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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Sobre L'amour

Sim, isto não é uma miragem. É um post, mesmo (e já enganchando um próximo post sobre a não-abstinência de escrever).
E ainda por cima venho lhes dissertar sobre um tema jamais visitado na história deste país blog!

Sim, nunca gostei (e ainda não gosto, na verdade) de falar sobre o amor, mas é o único tema cujo assunto ainda não me foi drenado (vide post acima). Ah, e já aviso que não gosto de falar do assunto por razão nenhuma. Prepare-se para uma leitura nada agradável. Se você, leitor, não se sente muito seguro da sua opinião, recomendo pular o post (não que eu esteja esperando que alguém, além de uns 3 amigos, leia).






~~~~~~~ Última chance ~~~~~~



   .
   ..
   ...

Hmmm... Bem na verdade, eu vim aqui para não falar sobre o amor! Uma coisa muito discutida, muito abstrata e muito mais ainda poetizada/idealizada.
Já deixo claro desde o começo a minha posição sobre o assunto: (assim como a boa professora de redação ensinou)...
Na verdade, nunca gostei da minha professora de redação, meu verso é livre, sacomé, brow? Então acompanhe o raciocínio, truta:

Muita gente entra em divergência sobre o verdadeiro significado do amor, ainda mais quando se trata da magnitude deste sentimento. Uns dizem que é um sentimento supremo, como se não houvesse nada mais forte no mundo... Na verdade, quase todos dizem isso, a diferença é apenas o nível de hipocrisia: desde amor sincero a amar umas 15 pessoas diferentes ao longo do ano. Enfim, as pessoas restantes simplesmente não acreditam no amor, afinal, é ou não é algo muito forte e idealizado para ser real?

O problema é que, assim como uma religião, o amor é algo que nós desejamos que fosse verdade, que nos dá esperança, que nos tira de uma vida monótona para uma utopia sentimental. É um sonho, ou melhor, uma ilusão que, cedo ou tarde, quebra e nos deixa em queda-livre rumo ao duro chão da realidade (votem em mim pra melhor poeta do blog, galera!).
E o segundo problema é que, também assim como uma religião, tem aqueles fiéis seguidores e aqueles não-tão-fiéis-assim da doutrina. Na verdade, eu acho que é bem daí que surgem as divergências sobre o conceito dessa coisinha louca chamada amor (Queen tá na moda agora!).

Enquanto algumas pessoas, fiéis seguidoras do amor, acreditam que o mesmo é o tal sentimento supremo, quase inalcançável, as não-tão-inteligentes-assim acreditam que amor é aquilo que você sente depois de conhecer uma outra pessoa atraente por duas semanas... Ah, e lembrando da posição dos realistas/pessimistas de que o amor nem existe.

Voltando ao fio da conversa, o que é o amor, afinal?
Na minha opinião (toma, professora de redação!), embora eu também queira acreditar que o amor existe, não passa do que aparenta: uma linda (e inspiradora) mentira que a esperança humana não deixa morrer.
Para ser bem sincero, eu não estava muito confiante sobre isto até um tempo atrás...

Eu era do tipo "adepto confiante" (e provavelmente ainda sou), que não entraria em relacionamento algum, a não ser que fosse "a pessoa certa", etc. Mas, quanto mais eu tentava, menos eu conseguia imaginar o amor como uma possibilidade.
Ainda mais se tratando das circunstâncias. Como já diz o ditado (que eu acabei de inventar): "Nenhuma maçã permanece saudável em meio a uma colônia de fungos". Afinal, é muito difícil sustentar um nobre ideal numa época e sociedade com conceitos tão depravados do mesmo... É muito mais fácil seu ideal se corromper e, lentamente, se tornar tão medíocre quanto o socialmente aceitável.
"Tão difícil quanto tomar 20L de água com uma colher... de chá" - Heofacker, Luiz.

"Será que não seria melhor só tentar ser feliz com uma pessoa qualquer, como todo mundo, ao invés de viver sozinho poupando os outros e esperando 'a pessoa certa'?"
- De Um Amigo Meu, Amigo

Sem frases sagazes de conclusão de post pra vocês, hoje.

sábado, 13 de agosto de 2011

Friends

Eu sei que muitas vezes aqui eu já devo ter ressaltado a importância dessa palavra besta aí em cima, mas agora eu estou no feeling de colocar tudo o que eu penso pra fora, por mais "gay" que possa soar.

Qual a diferença que fez toda essa amizade na minha vida?
Poxa... TODA a diferença! Ah, e eu não vou começar com aquele discursinho clichê sobre "Ai, como eu amo minhas amigas, minhas bests s2s2s2s2", mas eu estou aqui colocando meu coração à mostra (vixe, melhor encurtar o assunto...).

O cara que eu era há uns anos atrás... O que era ele? Era um nada! Uma casca vazia sem propósito ou ambições n'alma. Eu não tinha amigos, não tinha personalidade, não tinha alegria e, ah, nem ao menos eu tinha alguma coisa que eu gostasse de verdade, tirando alguns membros da família! A única coisa a qual eu podia me agarrar era à ambição de ter uma vida profissional bem-sucedida, implantada na minha cabeça desde cedo pela minha mãe.
Eis que vou ao CEntro Federal de Educação Tecnológica, ou CEFET, tentar a minha sorte num ensino técnico profissionalizante. E eis que começo a fazer meus primeiros amigos, tirando, é claro, aquelas amizades que eu guardo da infância. Mais independência, mais opções e a compania diversificada dos meus amigos inspiraram em mim meus primeiros traços de individualidade. Depois, devido ao Charles e, depois, à dança, começou a surgir uma quantidade enorme de amizades, algumas verdadeiras e algumas convencionais (mas são as verdadeiras às quais eu dedico as minhas palavras).
Depois, sonhos.
Ambições.
Carpe Diem.
A Vida numa perspectiva completamente nova; uma quebra de paradigma. De repente, todo o meu plano de vida anterior parecia uma cilada que ameaçava me prender a uma rotina alienante à própria Vida.
Não sei (e provavelmente nunca saberei) se eu poderia ter sido mais feliz o plano meu e de minha mãe, mas agora eu sei que existe muito mais sobre a Vida do que sucesso (financeiro e/ou social).

É com os meus amigos com quem passo meus melhores momentos.
É com os meus amigos com quem eu sei (ou pelo menos acho) que eu posso contar.
São os meus amigos que fazem eu sentir que tenho um "lar".
É por causa deles que eu não preciso ficar dependendo de romances tolos.
São... Aff, acho que chega disso por hoje, não?

Enfim, eu só espero duas coisas:
1) Que, conforme eu envelheça, eu não descubra que todos devem amadurecer uma hora e, consequentemente, todas as amizades devam murchar.
2) Que você, leitor, já saiba de tudo o que eu disse aqui, ou que não ignore e descubra a tempo.




じゃあまたね!

- Eu tenho uma foto aqui que me inspirou a escrever tudo isso, mas eu vou deixar vocês no suspense ;D

sexta-feira, 24 de junho de 2011

O que vem a ser este blog, afinal? (e + uma introspecção cronológica)

Imagino que as pessoas que chegam agora, sejam minhas amigas ou pessoas aleatórias que pesquisam "eu odeio o brasil" no Google, devem ficar perdidas aqui...
Afinal, que tipo de assunto aborda o meu blog? Nem eu nunca consegui definir... Até agora.

Agora há pouco eu estava fazendo um tour nostálgico no blog, vendo várias épocas da minha vida perdidas em um texto ou outro... Separando épocas do meu eu-lírico em parágrafos, temos:

Já no primeiro post, em fevereiro de 2009, eu definia o que eu escreveria no meu blog como "coisas que eu acho divertidas"... E, até um certo ponto, foi assim que aconteceu.
Eu estava determinado a escrever, tinha bastante tempo livre e encontrava muita coisa interessante pra falar.
Eu também estava determinado a deixar pra trás a minha incapacidade de ser sociável e introspecção (coisa que não consegui até hoje, aliás, acabei ficando ainda pior)... Bem, como eu disse, tour nostálgico :)

Eu quase desisti do blog uma vez, apenas depois de um mês como blogueiro! Mas voltei depois com força total... Isto é, até o meu primeiro trauminha idiota, que levou metade da minha alegria pro lixo xD
Enfim, continuei escrevendo sobre coisas interessantes, alguns temas polêmicos (ou não) e algumas coisas sobre minha vida...

Comecei a me meter no mundo das artes com poemas e, simultaneamente, minha depressão me levou a filosofar sobre tudo. E tudo que eu pensava coloquei com a tag "Filosofias de chuveiro" shaushuahsuahsuahs
Mais textos interessantes. Mais jogos e bandas que eu gostei. Mais poemas mal-sucedidos. Mais reclamações de estudante procrastinador. Mais pensamentos. Menos posts por mês. Muito mais posts apagados antes de serem postados...

Comecei a abordar as coisas cientificamente. Comecei a editar e personalizar o blog (e o resultado é mais ou menos o que ele é hoje). Empenhado em aprender HTML e ActionScript, meu tempo todo era perdido estudando, paralelamente aos estudos normais. Comecei a pensar sobre a vida, com pessimismo.
Cheguei a 2 posts por mês.

2010: Minha mente começou a se tornar o que é hoje. Com quase nada para falar e, pelo menos, dois textos deletados a cada um postado, meu blog foi negligenciado e, no ano todo, o número de posts foi igual ao do segundo mês de blog. No ponto crítico da minha insensibilidade emocional, escrevi o meu melhor (mas ainda ruim) poema.

No fim de 2010 eu finalmente encontrei um pouco de paz interior e me integrei na sociedade, fazendo o que eu gostava da fazer que, aliás, é a razão de eu ter tantos amigos hoje. Ainda assim, sem nada a falar, cada assunto que eu tentava abordar resultava num texto deprimente, a ponto que eu deletava praticamente tudo o que eu escrevia.
Assim, acredito, sou eu até hoje. Com apenas 8 posts nesse (ocupadíssimo!) semestre, escrevi tão pouco que todos até esqueceram que eu tenho um blog.

No começo de 2011, inspirado pela inesperada profundidade lírica da minha própria mãe, comecei a redescobrir a vida e a perder o medo de expor o meu íntimo. Por isso, com certeza, escrevi meus posts mais significativos: No Regrets e - Time Out - , que mais ou menos regem a minha vida atualmente.

Voltando ao assunto inicial, sobre o que é o meu blog? Depois de toda essa retrospectiva, é fácil saber.
Somente os meus amigos mais íntimos já se deram ao trabalho de acompanhar o meu blog, que também evidencia o mesmo fato: Este blog é, nas palavras mais clichês, porém mais sinceras, o espelho que reflete o eu que está sendo exteriorizado a todos. É um blog pessoal, que relata assuntos que eu quero e que podem ou não ter qualquer relação entre si.
Nele está tudo sobre mim que alguém pode saber; é a minha essência e, ao mesmo tempo, não é nada que mereça ser lido.

Já consegui muitas coisas por causa deste blog. Conheci várias pessoas, fiz alguns amigos na blogosfera, QUASE fui chamado para expor minhas idéias para um extenso público no Debate MTV... T_T
Ainda assim, é algo muito mais pessoal do que público... Hoje eu agradeço por ter apenas meus amigos próximos como leitores, coisa que antes me desanimava.

Enfim, depois de toda essa análise, eu tenho algumas coisas pra pensar e, se me der licença, preciso dormir x_x

Eu agradeço a você, amigo, não, leitor, que acompanhou a minha evolução e, esperançosamente, evoluiu também.
E a você, que está conhecendo este meu mundo agora, embora eu esteja receoso em me expor, seja bem-vindo(a) a mim mesmo o/

Vocês não fazem idéia de como estou receoso em clicar em "Publicar Postagem" agora... Tão indeciso quanto nunca estive...

terça-feira, 2 de março de 2010

Sobre ética e moral

Assunto da primeira aula de filosofia (hoje). Achei interessante postar aqui a minha opinião, que difere bastante da opinião da professora (se eu botar isso na prova eu tiro 10? :q)




Embora sinônimas, as duas palavras têm algumas diferenças fundamentais, que é o assunto deste post.

Primeiro, o que é moral?
Moral é o comportamento adequado à cultura que o indivíduo possue, ou seja, é condicionada pela educação que o mesmo recebeu; os valores que aprendeu e desenvolveu.

Ética??
Ética, se alguém pudesse dizer exatamente o que é e todos a seguissem, criaríamos uma sociedade utópica. Ética não é condicionada, é um comportamento perfeitamente justo e puro. A moral tenta chegar o mais perto possível da ética, mas ainda preservando valores que interessam às pessoas que "criam" os costumes.

Agora, vamos nos aprofundar na moral: ela é influenciada pelo que? O que nos faz julgar o que é imoral?
-Educação: Não arrote na mesa! Não seja prostituta! Se vista decentemente para o trabalho!
-Religião: Não se vista diferente! Não seja homossexual! Adore o(s) nosso(s) deus(es)!
Mesmo quando pensamos que a moral não nos afeta muito, a maioria dos atos que julga imorais são condicionadas por outras pessoas! Um caso que a professora citou na sala: Jovens que espancaram uma empregada doméstica justificando que pensavam que era uma prostituta. Se você soubesse o número de pessoas que sentiram pena desses jovens, ficaria impressionado. Moralmente, a maioria das pessoas concordam. Puta: imoral. Ponto final.
Agora, vamos falar pelo ponto de vista da ética: Uma prostituta não é tão humana quanto você? O que faz ela merecer uma surra e um jovem que a bateria não? Ao contrário: o jovem com o seu comportamento anti-ético que merecia mais.
Voltando à moral, ela pode ser tanto boa quanto ruim. A maior parte dos valores morais transmitidos são bons, feitos para se manter a ordem na sociedade. Quer exemplos de atos imorais bons? Assista a uma novela da Globo; acontecem o tempo todo.
Mais um ato imoral ruim? Homofobia. [Ética] Eles são tão humanos quanto você [/Ética]. [/Moral] Uma ato impensável! Uma afronta às leis de Deus! [/Moral] (que, aliás, eu nunca vi na bíblia).

Enfim, ética. Um ser humano normal é 90% moralista e 10% ético, sem discussões aqui. Por mais ético que eu tente ser, eu sei que nem passo dos 50%. Por exemplo: O que impede, éticamente, uma pessoa a beijar quantas pessoas quiser numa balada? Até onde vejo, nada (além de epidemias :B), mas, pra mim, é ridículo [/moralista]
Mesmo sabendo o que a ética é (ou não), ainda assim nos prendemos aos costumes a nós atribuídos. Como eu disse, se todos fôssemos 100% éticos, ou seríamos uma sociedade utópica ou nos suicidaríamos mesmo.

Essa minha opinião sobre ética é o que é por eu ser ateu. O que a minha professora disse foi diferente: ética é determinada pela religião e moral pela educação apenas (ou falsas religiões, mas não dizendo que alguma seja falsa.). Enfim, cabe à cada um interpretar o que é ética e tentar ser bom seguindo esses padrões (ou não :x).

EDIT: Mais algumas considerações que eu esqueci de colocar:
Moral também é determinada pela moda, de certa forma. É como se fosse uma "Educação" atualizada a cada estação...
Porque não podemos ser éticos: Por que a ética não anda junto com a moral, se você fosse ético, seria inconvivente com a sociedade moralista; O único caso seria se toda a sociedade resolvesse ser ética ao mesmo tempo. Também pela ética ser contra a moral ou uma desvantagem para nós, nós mesmos rejeitaríamos a ética (Ex.: homofóbicos vs. liberais ; carnívoros vs. vegetarianos)

Tá, eu filosofei, cadê o meu 10??? :x

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Mas, mas, mas... O que descobrir??

Você com certeza já percebeu que eu penso demais, e em várias coisas, claro.
Quase sempre tiro conclusões sem base alguma sobre o assunto. Conclusões precisas, em sua maioria.

Porém... Eu nem me incomodo de verificar: Qualquer coisa em que eu pense alguém já pensou antes!

Muitos dizem: "Ooooooooohhhhh!! Einstein! O homen mais inteligente da Terra :OOO" Mas hoje existem pessoas muito mais inteligente que Einstein, e que terão sorte se descobrirem uma formulazinha sequer.

Com o passar do tempo, o progresso elimina a taxa de progresso, inevitavelmente.
Você pode dizer "Claro que não! O progresso não tem fim!", mas está redondamente enganado, pois a lógica humana não nos permite achar a explicação de tudo, não importa o quanto tentemos.
A quantidade de conhecimento que o homen pode ter é limitada.

"Ah, mas o progresso ainda não termina! Há novas invenções o tempo todo."
Hum. Pense em video-games. É certo que houve uma GRANDE evolução desde seu advento. Porém, até quão longe vai? Os gráficos, hoje em dia, são quase perfeitamente realistas. Quase qualquer tipo de jogo já existe. O que resta é fazer um controle mais interativo.
Mas também está ao nosso alcançe: simulador de realidade virtual. Logo em sua casa, e realista como nunca!.
Não como video-games serem superiores à simulação realista.

Até quando a astronomia vai nos levar? Não temos recursos para viajar a outros sistemas solares, mesmo que muito ainda sonhem com isso, e, até onde eu sei, não há nada útil nos outros planetas que integram o nosso.

Pegou? Todo progresso tem um fim.

Voltando ao início do tópico...
Por que os grandes pensadores de antigamente eram grandes?

Porque havia uma infinidade de coisas a serem descobertas. Algumas dessas descobertas eram tão óbvias, que eu considero injusto chamar aquele que descobriu um inventor.
Não me entenda mal, também! Eu respeito, e muito, quem realmente merece o título. As leis da gravitação universal, por exemplo: anos de pesquisa, teses, falhas, novas teses, etc.
Já outras coisas, como geometria... Com duas ou três tentativas, já se descobre como se calcula a área de um quadrado, e a partir daí, é possível descobrir a geometria de vários outros polígonos...

O número de mistérios que restam a serem descobertos hoje é, comparando com 600-700 anos atrás, quase nulo.

Mesmo assim, dane-se :)
Vou continuar com as minhas filosofias de chuveiro ^^

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Aproveitar a vida

Seguindo minha nota pessoal, aí está outro post para pensar:

O assunto trata de uma vaga conclusão que eu tenho quando eu penso num certo assunto (que SEMPRE me deprime).

Como exatamente você pode aproveitar a vida?
Eu discordo da opinião da maioria: gozar de todo o luxo possível.
Ou seja: Estudar, trabalhar, trabalhar mais ainda, ganhar bastante dinheiro (de forma honesta ou desonesta) e gastá-lo todo em coisas fúteis e supérfluas.

Como diz Charles: "podem tomar todo o seu dinheiro e seu conforto". A única coisa que me prende nesse mundo são as pessoas que eu amo.

Aproveitar a vida eu definiria como fazer as pessoas ao seu redor o mais felizes possíveis. Óbviamente (e infelizmente), não é possível gostar de todo mundo, mas aquelas pessoas boas ou próximas a você são as que fazem sua vida valer à pena.
Dinheiro e luxo não irão te ajudar em nada. O conforto é o máximo que você conseguirá, mas é vazio e deprimente.

Amigos e familiares são a verdadeira riqueza de uma pessoa (conhecimento também, mas seria mais como um "tempero" na grande pizza da vida (gostaram, né?)).
Infelizmente, no mundo capitalista de hoje, para sobreviver nós devemos estudar e trabalhar (ou achar um pedacinho de terra onde não conseguem te cobrar impostos), mas se concentre em fazer a maior quantidade de amigos possível: são eles que fazem sua vida valer à pena. Sim, também há os seus herdeiros. A sua herança também é muito importante, não dinheiro, mas sim educação, orientação e carinho, ou seja, a formação de um novo indivíduo tão bom quanto você!

Então não se deixe enganar pelo que a liderança (de indivíduos pensantes (e interesseiros)) do capitalismo quer que você pense! Ou melhor ainda, pense você mesmo no que fará sua vida útil!

ばい ばい!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

"Tribos"

Eu acho errado dividir a pessoa entre tribos. Por que?
hmmm
Vamos ao chuveiro (se é que você (não foi obsceno) me entende)

Por que exatamente as pessoas escolhem tribos (eu odeio esse termo)?
Será mesmo que um vasto grupo de pessoas tende a ter a mesma personalidade e gosto (musical, de roupas, etc.), ou elas simplesmente tendem a copiar a alguém que foi original? E depois disso vem a cópia da cópia e a cópia da cópia da cópia...

Pois só pode ser a segunda opção. As pessoas, por alguma razão (que eu tentarei deduzir) tendem a copiar algum estilo para "se enturmar".
Para ser aceito em algum grupo de pessoas que são influenciadas pelo ambiente e circunstância, o indivíduo copia o estilo dos outros membros do grupo, para se enturmar.

Agora vamos à opinião de minha santa mãezinha:
"Eu acho que as pessoas têm tendência a ser aceitas por algum grupo, então elas se juntam através de interesses iguais, para que elas possam se sentir diferentes de um homem comum. Por isso essas "trupes" tendem a surgir na adolescência, onde as pessoas desejam "aparecer", se sentir deferentes." Heofacker, Márcia. "Tribos", pg.01 Ed.lheo.

Eu concordo com ela, pois as pessoas querem ser aceitas por seus interesses, não só por ambiente/circunstância e na adolescência, para se diferenciarem de uma pessoa comum (pois faz muito sentido, considerando um fenômeno que eu acho que explicarei noutro post).
Só um comentário: "através de interesses iguais" nisso eu acho que não poderia deixar de mencionar a moda, que, sem dúvida, tenta as pessoas a se juntarem a uma tribo.
Nessa categoria, eu também não poderia deixar de falar das marcas. Argh! Como eu odeio marcas. Quando uma marca se torna padrão de uma tribo, essa marca consegue um certo monopólio, e com isso, manipula uma pessoa recém-tribo a comprar de sua marca, e as pessoas de certa tribo passam a idolizar tal marca. Como exemplo o famoso "55" dos vileiros. Não se vê outra camisa no armário deles. São todas iguais e custam 5x mais do que valem.
Outra coisinha sobra marcas: se uma pessoa usa uma destas marcas-padrão, ela passa a ser preconceituada como parte de uma tribo, e como há ódio entre certas tribos...
Ódio entre tribos [Não é legal como um assunto puxa o outro? *-*]... Hm, não, deixe-me falar de outra coisa primeiro

Eu acho errado dividir as pessoas entre tribos, pois nem todas são assim. Um número (muito maior do que você imagina) de pessoas são originais, mesmo algumas delas falando que pertencem à tribo da "sociedade alternativa". Por mais semelhanças que elas apresentem a uma tribo existente, não se deve julgar uma pessoa por um padrão, mas sim como uma pessoa. A tribo "Luiz Heofacker" ou a Tribo "João Silvinha".

Como eu estava dizendo antes de ser rudemente interrompido por mim mesmo, ódio entre tribos é uma coisa que afeta bastante tanto a escolha de um indivíduo antes de se juntar a uma tribo quanto cria problemas para a "sociedade alternativa", que pode estar usando uma marca errada na hora errada. Um cara de "55" no meio de metaleiros é também conheçido como "sujeira" ou até "janta". Há também ainda outro agravante *fazendo cara de amarga frustração* [Eu ODEIO agravantes]: o caso de algumas tribos serem mais "fortes" do que outras, mas eu não quero entrar em detalhes sobre as tribos.

Hmm, viajei demais na maionese. Nem eu consigo mais acompanhar meu raciocínio, então... Acho que por hoje é tudo, pessoal ._.

sábado, 4 de abril de 2009

O que te acresce?

Tantas coisas que nós aprendemos na escola e são completamente inúteis para você depois.
Já pensou nisso?

Por que temos que aprender matrizes e determinantes?
Características de Machado de Assis?
Realmente vamos aproveitar de alguma forma estes conhecimentos?

Depende, mas na maioria das vezes, não. Aprender estas coisas é completamente inútil.
...Ou será que não?

Também depende do que você quer ser: se apenas uma pessoa comum, ou melhor dizendo um robô que serve apenas às suas funções, ou um indivíduo pensante?
Não estou dizendo que você pode viver sem um emprego ou coisa do gênero (a não ser que ache um pedaço de terra onde não sejam cobrados impostos e viva de subsistência), mas você pode ser apenas útil ou pode pensar por si mesmo.

Se você quiser pensar por si mesmo, qualquer conhecimento é válido, não importa para o quê. Quanto mais você souber, melhor são suas conclusões sobre o que está ao seu redor.
Uma pessoa apenas útil tem as opiniões formadas por outras pessoas: as que publicaram na mídia e tiveram suas idéias simpatizadas.

Eu prefiro ser um indivíduo pensante, que tem suas filosofias de chuveiro, que forma suas próprias opiniões, que sabe (ou pelo menos acha) o que é melhor para si mesmo e para o resto do mundo, tira as próprias conclusões e age baseado nelas.

Por isso eu gosto sempre de aprender uma coisinha a mais.

terça-feira, 24 de março de 2009

Equilíbrio


Sim, equilíbrio que nem na corda bamba mesmo. É um post que fala sobre física.

Quando se está entediado até andando, a situação fica drástica e eu começo a me equilibrar, andando sobre o meio-fio.
Parece tão natural para mim, mas as pessoas veem e falam algo do tipo "Como você consegue???"

É simples. É só imaginar você como se fosse alguma espécie de bicicleta: só tem que manter reta para equilibrar.
Não sei o por que de ser tão difícil nos equilibrar, pois teoricamente é tão fácil...

No meio-fio, como eu sempre estou me equilibrando nele, eu peguei o jeitinho de dar sempre meus passos numa linha reta. Pronto, metade do problema resolvido.

A outra metade é equilibrar a parte de cima do seu corpo. Esta é a parte mais difícil, pois por alguma razão nós instintivamente jogamos nosso corpo para o lado que estamos caindo.
Para resolver esse problema você precisa de duas coisas: força de vontade e força física.
Para equilibrar a parte superior do seu corpo você precisa imaginar uma linha paralela ao meio-fio que atravesse, por exemplo, o meio do seu peito. Pense numa granada sem pino: se você soltar o detonador, ela explode. É mais ou menos assim que funciona.
Uma vez que você perde sua estabilidade, seu equilíbrio é muito afetado e é necessário um pouco de prática para se reequilibrar.
Voltando à granada, o detonador é a nossa querida linha imaginária, e assim que ela se desalinhar com o meio do seu peito, kaboom, você vai cair.

E esse é o incrível truque por trás do equilibrista. Qualquer um pode andar numa corda bamba, só é necessário pegar o jeitinho de andar sobre ela, pois com a alinha imaginária fica muito mais fácil.

Sei lá... Só me deu vontade de postar isso.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Filosofias de chuveiro

Pois é, decidi agora compartilhar o que eu penso no chuveiro (que melhor lugar para pensar do que num chuveiro?).
Eu penso várias coisas. Quando eu digo que eu quero sempre saber mais eu não estou mentindo.

Quando eu aprendo alguma coisa interessante que eu não entenda ou que eu discorde, eu penso sobre o caso. Várias coisas sem explicação inclusas.

Uma delas é a questão sobre QI (Quoeficiente de Inteligência), que eu escolhi para abrir esse novo assunto.
*lembrando que a maioria das informações aqui são de minha opinião, e podem estar erradas*

O que é?
O QI define a capacidade de pensar de um indivíduo. Quanto maior o seu QI, mais facilidade para pensar/aprender a pessoa tem. Simples assim.

Agora a questão que me faz pensar:
O QI é de nascença ou adquirido?
Na minha opinião o QI depende da criação que a pessoa tem, não só a criação que recebe das outras pessoas, mas a que a própria pessoa desenvolve.
Vamos a exemplos: Minha irmã e eu temos o mesmo pai e mãe. Enquanto o meu QI é alto, o dela é abaixo da média¹. Ela sempre teve preguiça de pensar e nunca se interessou pelas coisas. Eu, do contrário, sempre fui aquele bebê que ficava no cantinho pensando. Eu desenvolvi gosto para pensar e ela não.

¹ A média de QI de um ser humano comum é 100; o de Einstein era 160

Conclusão: Eu acho que o QI é uma habilidade que se desenvolve, assim como qualquer outra, porém, na idade fértil apenas. Uma pessoa que já passou da idade fértil não desenvolve mais essa habilidade, eu acho:

Porque tantas pessoas não conseguem pensar como eu penso? Será que é QI ou a preguiça de pensar, que se estabelece na sua idade fértil e passa a ser inconsciente?

Bem... É mais uma filosofia minha que vai ficar sem resposta T_T