Assunto da primeira aula de filosofia (hoje). Achei interessante postar aqui a minha opinião, que difere bastante da opinião da professora (se eu botar isso na prova eu tiro 10? :q)
Embora sinônimas, as duas palavras têm algumas diferenças fundamentais, que é o assunto deste post.
Primeiro, o que é moral?
Moral é o comportamento adequado à cultura que o indivíduo possue, ou seja, é condicionada pela educação que o mesmo recebeu; os valores que aprendeu e desenvolveu.
Ética??
Ética, se alguém pudesse dizer exatamente o que é e todos a seguissem, criaríamos uma sociedade utópica. Ética não é condicionada, é um comportamento perfeitamente justo e puro. A moral tenta chegar o mais perto possível da ética, mas ainda preservando valores que interessam às pessoas que "criam" os costumes.
Agora, vamos nos aprofundar na moral: ela é influenciada pelo que? O que nos faz julgar o que é imoral?
-Educação: Não arrote na mesa! Não seja prostituta! Se vista decentemente para o trabalho!
-Religião: Não se vista diferente! Não seja homossexual! Adore o(s) nosso(s) deus(es)!
Mesmo quando pensamos que a moral não nos afeta muito, a maioria dos atos que julga imorais são condicionadas por outras pessoas! Um caso que a professora citou na sala: Jovens que espancaram uma empregada doméstica justificando que pensavam que era uma prostituta. Se você soubesse o número de pessoas que sentiram pena desses jovens, ficaria impressionado. Moralmente, a maioria das pessoas concordam. Puta: imoral. Ponto final.
Agora, vamos falar pelo ponto de vista da ética: Uma prostituta não é tão humana quanto você? O que faz ela merecer uma surra e um jovem que a bateria não? Ao contrário: o jovem com o seu comportamento anti-ético que merecia mais.
Voltando à moral, ela pode ser tanto boa quanto ruim. A maior parte dos valores morais transmitidos são bons, feitos para se manter a ordem na sociedade. Quer exemplos de atos imorais bons? Assista a uma novela da Globo; acontecem o tempo todo.
Mais um ato imoral ruim? Homofobia. [Ética] Eles são tão humanos quanto você [/Ética]. [/Moral] Uma ato impensável! Uma afronta às leis de Deus! [/Moral] (que, aliás, eu nunca vi na bíblia).
Enfim, ética. Um ser humano normal é 90% moralista e 10% ético, sem discussões aqui. Por mais ético que eu tente ser, eu sei que nem passo dos 50%. Por exemplo: O que impede, éticamente, uma pessoa a beijar quantas pessoas quiser numa balada? Até onde vejo, nada (além de epidemias :B), mas, pra mim, é ridículo [/moralista]
Mesmo sabendo o que a ética é (ou não), ainda assim nos prendemos aos costumes a nós atribuídos. Como eu disse, se todos fôssemos 100% éticos, ou seríamos uma sociedade utópica ou nos suicidaríamos mesmo.
Essa minha opinião sobre ética é o que é por eu ser ateu. O que a minha professora disse foi diferente: ética é determinada pela religião e moral pela educação apenas (ou falsas religiões, mas não dizendo que alguma seja falsa.). Enfim, cabe à cada um interpretar o que é ética e tentar ser bom seguindo esses padrões (ou não :x).
EDIT: Mais algumas considerações que eu esqueci de colocar:
Moral também é determinada pela moda, de certa forma. É como se fosse uma "Educação" atualizada a cada estação...
Porque não podemos ser éticos: Por que a ética não anda junto com a moral, se você fosse ético, seria inconvivente com a sociedade moralista; O único caso seria se toda a sociedade resolvesse ser ética ao mesmo tempo. Também pela ética ser contra a moral ou uma desvantagem para nós, nós mesmos rejeitaríamos a ética (Ex.: homofóbicos vs. liberais ; carnívoros vs. vegetarianos)
Tá, eu filosofei, cadê o meu 10??? :x
terça-feira, 2 de março de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Anime
Por que eu gosto de anime? hmmmm
Pense num seriado ou filme qualquer:
--Podem ser de comédia ou fictícios, mas ainda não podem ser surreais. Pelo menos não tanto (ahem, Star Wars)
Pense num desenho qualquer:
--Muuuuito surreais, mas ainda assim, são infantis, sem uma história global, apenas uma aleatória por episódio (fillers, se você for otaku/otome), e às vezes seguindo um modelo (ahem, Scooby-Doo).
Agora um anime:
--Podem ser o quanto surreais o autor quiser, pois são animados e não filmados. Em geral, ou são maduros ou são de comédia (ou ambos), raramente terá um infatil (pense nos primeiros animes ever). Também são realistas quanto à cultura japonesa, que é mais um ponto positivo :)
Se você procurar um anime "modinha" qualquer, entende o que estou tentando falar. Cada um viaja em seu próprio universo, diferentemente surreais, com personagens (quase) diferentes e histórias (quase) diferentes (ahem, o cara silencioso que fala pouco e não quer amigos, mas depois descobre que ter amigos é wonderful)
Todo anime tem suas historinhas legais de todos os personagens, suas lutinhas legais de todas as sagas, sem limitações humanas, o que faz dos animes meu entretenimento favorito o/
Olha, isso tudo e eu nem precisei mencionar que adoro o estilo de desenho :D
Só pra ficar em cima do outro post...
Pense num seriado ou filme qualquer:
--Podem ser de comédia ou fictícios, mas ainda não podem ser surreais. Pelo menos não tanto (ahem, Star Wars)
Pense num desenho qualquer:
--Muuuuito surreais, mas ainda assim, são infantis, sem uma história global, apenas uma aleatória por episódio (fillers, se você for otaku/otome), e às vezes seguindo um modelo (ahem, Scooby-Doo).
Agora um anime:
--Podem ser o quanto surreais o autor quiser, pois são animados e não filmados. Em geral, ou são maduros ou são de comédia (ou ambos), raramente terá um infatil (pense nos primeiros animes ever). Também são realistas quanto à cultura japonesa, que é mais um ponto positivo :)
Se você procurar um anime "modinha" qualquer, entende o que estou tentando falar. Cada um viaja em seu próprio universo, diferentemente surreais, com personagens (quase) diferentes e histórias (quase) diferentes (ahem, o cara silencioso que fala pouco e não quer amigos, mas depois descobre que ter amigos é wonderful)
Todo anime tem suas historinhas legais de todos os personagens, suas lutinhas legais de todas as sagas, sem limitações humanas, o que faz dos animes meu entretenimento favorito o/
Olha, isso tudo e eu nem precisei mencionar que adoro o estilo de desenho :D
Só pra ficar em cima do outro post...
Divindade
Voltando ao tempo das antigas sociedades, em todos os cantos do mundo, o que todos os humanos tinham em comum?
Eram todas sociedades separadas, com crescimento independente. Qualquer característica em comum entre as sociedades ou é mera coincidência ou é uma condição humana.
Uma dessas condições é a crença em divindades, a "arte" (?) de se explicar o inexplicável. Todas as sociedades tinham divindades, cada sociedade com sua crença e seu(s) deus(es), sendo todas feitas para explicar coisas além da compreensão humana na época e inflingir temor àqueles que mau-conviviam em sociedade.
Segundo à crença egípcia, ao morrer, você é julgado no tribunal de Osíris, pesando suas boas e más ações em vida. Para os que obedeciam às leis da sociedade, um paraíso; Para os que não obedecessem, um outro deus (Ammut, se lembro bem) devoraria seus corações.
Enfim, não é preciso explicar todas, pois todas têm essas duas características em comum: explicar e manter uma sociedade estável ("ou você vai para o inferno!").
Agora o ponto que eu queria chegar: Ciência vs. Divindade
Todos concordamos que o homem quer saber sempre mais e mais, não? Pois todas as divindades foram criadas muito antigamente, quando o nosso conhecimento ainda era primitivo comparado à atualmente. Depois de tantos e tantos avanços, tantas teorias, tantas certezas, qual é a chance de desmascarar os deuses? Pobre mitologia grega... Deus do trovão? Não, são só nuvens de vapor que são sobrecarregadas de energia, que escapa para a terra. Deus criou o mundo? Será? Acho que é apenas um pedaço de meteoro que se estabilizou, se resfriou e [...]
Um dia chegará a um pontoem que não haverá mais necessidade de deuses, a não ser a morte. E talvez nem a morte. Acredito também que haverá um dia em que precisaremos explicar mais coisas inexplicáveis, além de nossa lógica.
Por tudo isso não acredito em deuses. Não até presenciar com meus olhos. Não acredito só porque me deram um livro, pois nem a origem do livro eu tenho certeza se é verdade!
PS: Não digo que seja ruim acreditar e nem que seja falso, pelo contrário: a intenção de uma crença (principalmente a cristã) é pura e funcionou por muitos anos (e por alguns anos foi distorçida para abusar da sociedade)
Se você não concorda comigo, comente um grande NOOOOOOOOOOOOO :)
Depois de várias tentativas de fazer um post não deprimente, desisti e fiz o melhor que eu pude.
Se você gostou (ou não), experimente esse post do meu primo também :)
Eram todas sociedades separadas, com crescimento independente. Qualquer característica em comum entre as sociedades ou é mera coincidência ou é uma condição humana.
Uma dessas condições é a crença em divindades, a "arte" (?) de se explicar o inexplicável. Todas as sociedades tinham divindades, cada sociedade com sua crença e seu(s) deus(es), sendo todas feitas para explicar coisas além da compreensão humana na época e inflingir temor àqueles que mau-conviviam em sociedade.
Segundo à crença egípcia, ao morrer, você é julgado no tribunal de Osíris, pesando suas boas e más ações em vida. Para os que obedeciam às leis da sociedade, um paraíso; Para os que não obedecessem, um outro deus (Ammut, se lembro bem) devoraria seus corações.
Enfim, não é preciso explicar todas, pois todas têm essas duas características em comum: explicar e manter uma sociedade estável ("ou você vai para o inferno!").
Agora o ponto que eu queria chegar: Ciência vs. Divindade
Todos concordamos que o homem quer saber sempre mais e mais, não? Pois todas as divindades foram criadas muito antigamente, quando o nosso conhecimento ainda era primitivo comparado à atualmente. Depois de tantos e tantos avanços, tantas teorias, tantas certezas, qual é a chance de desmascarar os deuses? Pobre mitologia grega... Deus do trovão? Não, são só nuvens de vapor que são sobrecarregadas de energia, que escapa para a terra. Deus criou o mundo? Será? Acho que é apenas um pedaço de meteoro que se estabilizou, se resfriou e [...]
Um dia chegará a um pontoem que não haverá mais necessidade de deuses, a não ser a morte. E talvez nem a morte. Acredito também que haverá um dia em que precisaremos explicar mais coisas inexplicáveis, além de nossa lógica.
Por tudo isso não acredito em deuses. Não até presenciar com meus olhos. Não acredito só porque me deram um livro, pois nem a origem do livro eu tenho certeza se é verdade!
PS: Não digo que seja ruim acreditar e nem que seja falso, pelo contrário: a intenção de uma crença (principalmente a cristã) é pura e funcionou por muitos anos (e por alguns anos foi distorçida para abusar da sociedade)
Se você não concorda comigo, comente um grande NOOOOOOOOOOOOO :)
Depois de várias tentativas de fazer um post não deprimente, desisti e fiz o melhor que eu pude.
Se você gostou (ou não), experimente esse post do meu primo também :)
sábado, 5 de dezembro de 2009
Meu nome é Luiz, e eu sou viciado em movimento :)
Me mover é tão bom! Eu vejo o tempo todo gente que não tem disposição para nada, que não levanta a não ser que precise e que prefere reprimir qualquer gesto...
Bem, três vivas aos hiperativos!
Querendo ou não, os hiperativos têm que se mover (se não eu explodiria x_x), porque não conseguem "relaxar" a mente. Um hiperativo só não se move quando está completamente concentrado ou quando seu corpo está exausto (isso inclui humor, já que pode-se dizer que são apenas hormônios).
Eu sou fã de todo movimento: pump, Matsuri Dance (posto, talvez, depois), teatro, esportes, bateria, lutar com o ar, etc., e isso compõe quase todos os meus gostos. Provavelmente deve ser mais hormônios ainda, mas tem alguma coisa no movimento que me faz... mais feliz.
Quando eu estou bem-humorado (que é raro), então, sai de baixo!
O problema com as pessoas normais (sim, chamei a nós, hiperativos, de anormais por tabela) é que, para elas, pelo menos a maioria, o movimento não é uma coisa... er... "automática". Quando eu estou pulando por aí, eu não penso no pulo que eu vou fazer, mas uma pessoa normal, sim, e isso tira todo o prazer em se mover.
Teste-se: tente improvisar uma dança, por mais ridícula que for, e se auto-avalie: os seus movimentos você já conhecia? Você ficou repetindo eles? Eles fizeram sentido? Bem, se foi tudo espontâneo, bem vindo ao mundo dos viciados em movimento, se não, fique tranquilo, você ainda é normal.
Tive a idéia para este post hoje de manhã que eu estava muito bem-humorado e fiquei pulando e correndo e chutando pra todos os lados :)
Bem, três vivas aos hiperativos!
Querendo ou não, os hiperativos têm que se mover (se não eu explodiria x_x), porque não conseguem "relaxar" a mente. Um hiperativo só não se move quando está completamente concentrado ou quando seu corpo está exausto (isso inclui humor, já que pode-se dizer que são apenas hormônios).
Eu sou fã de todo movimento: pump, Matsuri Dance (posto, talvez, depois), teatro, esportes, bateria, lutar com o ar, etc., e isso compõe quase todos os meus gostos. Provavelmente deve ser mais hormônios ainda, mas tem alguma coisa no movimento que me faz... mais feliz.
Quando eu estou bem-humorado (que é raro), então, sai de baixo!
O problema com as pessoas normais (sim, chamei a nós, hiperativos, de anormais por tabela) é que, para elas, pelo menos a maioria, o movimento não é uma coisa... er... "automática". Quando eu estou pulando por aí, eu não penso no pulo que eu vou fazer, mas uma pessoa normal, sim, e isso tira todo o prazer em se mover.
Teste-se: tente improvisar uma dança, por mais ridícula que for, e se auto-avalie: os seus movimentos você já conhecia? Você ficou repetindo eles? Eles fizeram sentido? Bem, se foi tudo espontâneo, bem vindo ao mundo dos viciados em movimento, se não, fique tranquilo, você ainda é normal.
Tive a idéia para este post hoje de manhã que eu estava muito bem-humorado e fiquei pulando e correndo e chutando pra todos os lados :)
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
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